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Terceira fase · 2011–2021

Aplicativos para tablets e celulares

Com o iPad, em 2010, o laboratório levou os programas para a tela de toque. Entre 2011 e 2017 o LTE publicou cerca de vinte aplicativos na App Store, Google Play, Microsoft Store e Amazon — simuladores, modelos 3D, realidade aumentada e livros interativos. Em 2013 eram 11 apps na loja da Apple com 82 mil instalações e 6 no Google Play com quase 19 mil.

Os aplicativos foram a terceira fase desta história, depois da tese e dos CDs (1996–2004) e da Biblioteca Digital de Ciências (2006–2012). Pareciam o caminho para chegar aos alunos, que já estavam nos celulares; acabaram mostrando o custo de depender das lojas — uma das razões do desaparecimento do software educacional livre, discutido na página História.

Nenhum deles está mais nas lojas: os sistemas mudaram e as contas de desenvolvedor expiraram. Esta página guarda o registro — telas originais, versões, autores e artigos — e aponta, quando existe, o programa HTML5 que faz o mesmo papel hoje.

Linha do tempo de todos os apps do LTE

Além dos aplicativos de bioquímica acima, o laboratório publicou apps de biologia, química, eventos e ferramentas de ensino.

    Fontes

    Registros da conta de desenvolvedor do LTE na App Store (datas de versão, descrições e telas originais), portal do LTE, espelhos das lojas e os artigos citados. Números de instalações: Galembeck & Vega Garzón (2014) Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia 7(2). Panorama dos apps de bioquímica: Silva & Galembeck (2015) Journal of Chemical Education.

    Página montada em 2026 com apoio de inteligência artificial e revisão do autor (como foi feito).